O lançamento de O Diabo Veste Prada 2 trouxe, além de muita nostalgia, reflexões sobre a evolução comportamental da emblemática Miranda Priestly.
Duas décadas após o primeiro filme, a grande chefe da Runway é enquadrada sob uma nova perspectiva. Continua uma mulher exigente e altamente competente, mas com sinais claros de mudanças: agora, uma lider mais consciente, que reconhece individualidades, ajusta e ajuda a desenvolver posturas e entende melhor o impacto das próprias atitudes.
Impossível não trazer para a realidade: a evolução profissional precisa, necessariamente, passar por experiências mais intensas e por vezes desagradáveis? Nós acreditamos que não.
O amadurecimento também pode surgir da escuta, da observação e da disposição genuína para revisar e refinar comportamentos. Ambientes organizacionais saudáveis estimulam mais rapidamente esse processo, tornando o desenvolvimento mais consciente, e não somente reativo e com a intenção de evitar desligamentos ou percalços profissionais.
Como empresa ou como profissionais, sempre existe a possibilidade de buscar evolução constante a partir de escolhas conscientes. A Miranda evoluiu ao reconhecer que seus comportamentos anteriores eram destrutivos para si e para quem estava ao seu redor.
Nós podemos escolher um caminho diferente, o de evoluir pela intenção de tornar o ambiente (e o mundo) mais humano e mais inteligente.